PACIENTE EM TRATAMENTO DE CÂNCER DEVE ESTAR ATENTO AOS SINAIS DE GRIPE


Fonte: G1

Ele explica que, ao tomar conhecimento da situação, o médico definirá a conduta a ser adotada. Segundo Castiglioni, quem está passando por tratamento oncológico, principalmente quimioterapia, possui maior chance de contrair gripe. Isso acontece porque o sistema imunológico fica fragilizado, o que aumenta, também, a possibilidade da doença evoluir de forma grave.

“Em situações emergenciais, caso a pessoa apresente dificuldade para respirar, tontura e vertigens, lábios com coloração azulada ou arroxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, deve procurar um pronto atendimento imediatamente”, ressalta.

Gripe e tratamento oncológico - Na suspeita ou confirmação de gripe, o médico orientará o paciente oncológico sobre a continuidade do tratamento oncológico. “É muito importante procurar ficar em casa no período de transmissão da doença, evitar fazer visitas em domicílios e hospitais, manter o distanciamento social e o uso da máscara.”


Sobre a influenza - É uma infecção viral aguda que se caracteriza por sintomas respiratórios como tosse, coriza, dor de garganta, além de sintomas sistêmicos como febre, cefaleia, dor no corpo e mal-estar. Pode levar a casos graves, apresentando o desconforto respiratório e sendo necessária a internação. A complicação que mais provoca hospitalização é a pneumonia viral ou superinfecção bacteriana.

O vírus influenza é classificado em três tipos antigênicos, que são o A, B e C. No subtipo A estão o H1N1 e H3N2.

Vacinas – Giulliano Castiglioni explica que o paciente oncológico deve manter o calendário vacinal em dia. “No caso da gripe, é importante que todos sejam imunizados uma vez por ano. A exceção fica para quem está passando por imunoterapia, situação em que cabe ao oncologista avaliar a viabilidade da vacinação, em razão de possíveis efeitos adversos.

Gostaria de saber mais a respeito da imunização de pacientes oncológicos? A Oncomed-MT tem informações sobre este tema:


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