Kalil defende retorno das aulas: “escolas particulares já retornaram e não houve aumento de casos”


FONTE:VGNOTICIAS

Com segurança e seguindo todos os protocolos de biossegurança, assim o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), defendeu o retorno das aulas presenciais, na modalidade no ensino híbrido, previsto para ocorrer nesta terça-feira (03.08) no município.

“Tomamos todas as medidas seguras para retorno das aulas. Até porque entendemos que a Educação é a saída deste país. Muitas crianças foram prejudicadas por esse período de suspensão das aulas”, disse o prefeito em aula inaugural na modalidade no ensino híbrido, realizada pelo Governo do Estado.


Segundo Kalil, o avanço da vacinação em Várzea Grande foi um dos principais fundamentos para autorizar o retorno das aulas, e que tudo foi planejado com “máximo de cuidado e forma transparente” pela equipe da Secretaria Municipal de Educação – liderada pelo secretário Silvio Fidelis.

Sobre protesto dos profissionais da Educação, em que dizem ser contrários ao retorno das aulas por não se sentirem seguros, o prefeito afirmou que não vê nenhuma dificuldade no retorno, considerando que a rede particular já retornou às atividades sem ter até o momento qualquer indício de aumento ou propagação de casos no ambiente escolar.

“As escolas particulares já retomaram e não houve nenhum aumento na questão dos índices de contaminação. Então não vejo o porquê das escolas públicas, seguindo o mesmo protocolo de segurança, possam voltar a funcionar. O pensamento do Sindicato é um e nosso pensamento é outro. Eu estive conversando com integrantes do Sintep/VG e eles questionaram outras coisas e não com relação à volta às aulas. Mas, acredito que em Várzea Grande nós temos total condições de retomar as aulas”, declarou Kalil.

O gestor ainda acrescentou: “A gestão tem que ser flexível às demandas. A pandemia não passou! Quem sofreu durante toda essa pandemia foi a educação. Desde o primeiro impacto, as aulas foram suspensas. Agora está retornando de forma híbrida, com segurança e de forma gradativa. E volto a repetir, se tiver algum indício de crise, alguma coisa, não tem problema nenhum de sentar, avaliar e suspender as aulas”.

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