Governo de MT estuda "punir" professor que recusar voltar às salas de aulas


FONTE:VGNOTICIAS

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto afirmou na manhã desta segunda-feira (02.08), que o Governo de Mato Grosso fez o seu papel e está muito confiante com o retorno das aulas no sistema híbrido a partir de amanhã (03).

De acordo com o secretário, caso seja identificado algum profissional da Saúde ou algum aluno que apresente sintomas ele será isolado.

“Falamos em bolhas de relacionamento, então é feito o teste de toda aquela bolha e é encaminhado para rede saúde do Estado ou do município, para as providências”, reforçou.

Hoje aconteceu a primeira aula inaugural na modalidade no ensino híbrido, na Igreja Batista Nacional, em Várzea Grande, e foi marcada com protesto dos profissionais contra o retorno presencial das aulas.

Alan destacou que durante os últimos seis meses foram feitos diversos repasses para as escolas se prepararem para esse retorno, assim conversas positivas com os profissionais que demonstraram interesse de voltarem para sala de aula.

Porto ressaltou ser preciso retomar as atividades para recuperar a aprendizagem dos estudantes que já foram tão defasados nesse período de pandemia.

Questionado se os profissionais foram orientados para organização da sala e também no ambiente externo no horário de intervalo, Porto afirmou que toda a orientação de cumprimento dos protocolos foram passadas para os profissionais, e além das orientações, os professores estaduais e municipais fizeram um curso de capacitação continuada nesses últimos seis meses.

“Foi preparada uma trilha pedagógica de ensino híbrido distribuídos em sete cursos, onde 20 profissionais participaram. Então nossa rede está preparada e tenho certeza que esse passo vai ser muito importante para os profissionais da educação e estudantes principalmente nessa defasagem dos alunos que estão em fase de alfabetização, os que estão se preparando para o Enem, então precisamos retornar o quanto antes”, disse Porto.

O secretário explicou ainda, que desde maio, por uma Portaria, os profissionais voltaram às atividades presenciais, e que agora seria o retorno somente dos estudantes.

“Mas se existir algum caso de professor não querer voltar à escola, o Governo fará o encaminhamento em conjunto com a Procuradoria, para tomar as providências cabíveis, conforme a legislação”, declarou o gestor.

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